Catarina Vargues Conceição – Psicóloga Clínica


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Regresso, rotina e mudança

O regresso pós-férias é, para muitos, um tempo de reorganização e de planos renovados.

Chegado este período, há um retorno aos chamados compromissos e às rotinas, por vezes reinventadas, outras vezes mantidas de forma familiar e desejável.

No entanto, nem sempre este regresso é sentido como acessível. Com ele, há muitas vezes a percepção de que voltam assuntos por resolver ou que estes se agudizaram nas férias, ou ainda que a energia recuperada se esgota rapidamente.

Muitas vezes o regresso aos compromissos é também o regresso ao Eu do dia-a-dia. Ao Eu que pode ser reinventado, ou não, sob a forma de mudanças desejadas nas rotinas, nos planos e nas concretizações.

Frequentemente, queremos mudar, mas não sabemos como começar ou podemos até sentir que um ‘pé’ quer mudar e outro não quer.

Na rotina ou na mudança, a questão é: Quão comprometido está consigo mesmo?

Nestas situações, saiba que um Psicólogo o pode ajudar.


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Assertividade

A assertividade é um alimento indispensável à manutenção da saúde psicológica.

A assertividade é importante nas relações que estabelecemos com os outros, sejam estas pessoais ou profissionais.

Mas afinal o que é a assertividade?

Por vezes, a assertividade é confundida com comportamentos e atitudes rígidas, que não a representam realmente.

A assertividade passa pela capacidade de nos posicionarmos, de acordo com o que pensamos, sentimos e precisamos num determinado momento, de forma clara e concreta.

A assertividade é útil quando fazemos um pedido, damos uma opinião ou estabelecemos um limite.

Quando agimos assertivamente, estamos a alimentar-nos também de auto-estima, autenticidade e auto-afirmação, podendo integrar ainda outros alimentos psicológicos como a negociação com os outros.

Por outro lado, quando agimos agressiva ou passivamente, acabamos por boicotar o respeito nas nossas relações ou mesmo o respeito por nós, deixando à “beira do prato” ora os direitos dos outros ora os próprios.

Estes comportamentos, por sua vez, contribuem para o desgaste das relações na forma de dificuldades de comunicação, palavras desajustadas ou caladas e ressentimentos contidos.

A assertividade é uma competência social que se aprende.

Saiba por isso que um Psicólogo Clínico o pode ajudar nesta aprendizagem.


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Stress e ansiedade, para que vos quero?

O stress e a ansiedade estão presentes, ou mais ou menos, em algum momento, na vida de todas as pessoas.

Pode ser o stress laboral ou familiar, podem ser as preocupações e a ansiedade face ao futuro. Todas elas podem ainda misturar-se e interagir num todo, muitas vezes difícil de gerir.

Por vezes, precisamos de ajuda. 

E podemos encontrá-la.

Dinâmica de grupo – STRESS E ANSIEDADE, para que vos quero?

Saiba mais em Grupo Stress/Ansiedade

INSCREVA-SE p/ catarina.conceicao@clinicadashoras.pt 

 


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Afecto

Quer se celebre ou não o dia dos namorados, este pode ser um dia para assinalar a importância do afecto nas relações interpessoais e, em particular, nas relações conjugais.

E mais do que assinalá-lo hoje, neste dia, porque não comemorá-lo sempre, um pouco todos os dias, em pequenos gestos e expressões claras de cuidado?

O afecto é um alimento vital à saúde psicológica. Desde cedo aprendemos o que é o afecto, sentindo-o e expressando-o.

Já mais tarde, vamos sentir e expressar afecto nas relações de namoro/casal.

Nas rotinas e automatismos do dia a dia, nem sempre nos parece fácil, ou nos lembramos de celebrar as relações.

No entanto, também estamos a fazê-lo quando nos colocamos no lugar do outro, quando escutamos com atenção plena o que nos diz ou quando usufruímos de tempo de qualidade em conjunto.

Entre os desafios inerentes a todas as relações, e também às relações amorosas, o afecto funciona como uma pedra basilar na qual também assentam o respeito e a compreensão.

Celebrar o afecto pode passar por celebrar o aqui e agora, estando plena e autenticamente no momento presente.


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Ano Novo

Na primeira semana do ano ouvem-se resoluções, estabelecem-se objectivos e traçam-se planos.

Quantos destes planos permanecem sob a forma de concretizações?

Depende de si!

Se o início de cada ano novo fosse uma mesa grande onde se juntam todos os pratos que quer servir, que pratos seriam esses?

O que é que precisaria para poder concretizá-los? Que ingredientes?

Que passos precisaria dar para confecciona-los?

Por fim, como poderia aprender com a sua confecção?

Dos planos às concretizações há um lugar vazio que muitas vezes se abre quando não pensamos nos passos necessários, de forma realista.

A par destes passos e após ou durante a concretização uma reflexão construtiva é vital, proporcionando aprendizagens.

Se o início deste novo ano for uma mesa com vários pratos, vários poderão ser servidos de acordo com os diferentes momentos e circunstâncias.

Se tiver dificuldade em levar a cabo os seus planos ou em identificar os pratos que precisa em cada momento, conte com o apoio de um Psicólogo.

 Votos de um Ano Novo repleto de “pratos” psicológicos nutritivos! 


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Prato de Natal

Por ser uma época em que harmonias e desarmonias se encontram, o Natal requer um olhar especial.

Como cuidar da sua saúde psicológica neste Natal?

Entre partilha, (re)união, alegria e surpresa, há também muitas vivências de dor, nostalgia e saudade que se juntam.

Um dos pratos indispensáveis neste Natal, e porque não todo o ano, em quaisquer circunstâncias, é a estima.

A estima, o apreço e a tolerância com os outros, os que lhe são próximos e, porque não, pelos que não são tanto assim.

A estima e cuidado consigo próprio, em colheradas generosas de aceitação, espaço e tempo para ser e estar.

Muitas vezes, este e outros pratos importantes são esquecidos durante o ano.

Porque não fazer deste Natal o início ou reforço de uma rotina saudável?

Feliz Natal!


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Autoconhecimento

O autoconhecimento é um alimento vital em qualquer “prato”.

É altamente nutritivo, ajudando-nos a suprir carências ou a dosear nutrientes psicológicos relevantes.

Quando nos conhecemos, a cada dia um pouco melhor, estamos mais capazes de escolher e decidir de acordo com as nossas preferências.

Estamos também mais capazes de identificar as nossas necessidades, em cada momento, e agir em congruência.

Por vezes, este agir pode passar por parar um pouco, respirar mais, limitar tempos para expandir outros.

O autoconhecimento pode ser tomado um pouco todos os dias, na reflexão sobre o modo como funcionamos e como este revela ou não a nossa autenticidade.

Há momentos em que a dose do autoconhecimento pode parecer excessiva e não sabemos o que fazer com ela.

Nem sempre é fácil permitirmo-nos a esta descoberta ou lidarmos com o que ela nos revela. O que de nós revelamos.

Contudo, é possível aprender a gerir o autoconhecimento, com o que de cativante e doloroso possa ter.

Saiba por isso que um Psicólogo Clínico o pode acompanhar nesta viagem nutritiva rumo ao seu interior.