Catarina Vargues Conceição – Psicóloga Clínica


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Stress e ansiedade, para que vos quero?

O stress e a ansiedade estão presentes, ou mais ou menos, em algum momento, na vida de todas as pessoas.

Pode ser o stress laboral ou familiar, podem ser as preocupações e a ansiedade face ao futuro. Todas elas podem ainda misturar-se e interagir num todo, muitas vezes difícil de gerir.

Por vezes, precisamos de ajuda. 

E podemos encontrá-la.

Dinâmica de grupo – STRESS E ANSIEDADE, para que vos quero?

Saiba mais em Grupo Stress/Ansiedade

INSCREVA-SE p/ catarina.conceicao@clinicadashoras.pt 

 


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Procrastinação

Entre a gestão do tempo, das tarefas e da motivação, muitas vezes surge a procrastinação.

Procrastinar é adiar tarefas importantes, secundarizá-las em prol de outras.

Quando este adiar se torna frequente, a procrastinação pode comprometer os objectivos e metas pessoais/profissionais, acabando por alimentar algumas carências ao nível da auto-estima e da auto-eficácia.

O adiar constante das tarefas pode manifestar-se por diferentes motivos, entre eles a tendência para estabelecer ideais perfeccionistas e o medo de falhar ou não ser suficientemente bom.

Na realidade, estas expectativas e medos desajustados tendem a bloquear e a desmotivar, associando-se frequentemente à ansiedade.

Entre a procrastinação e a ansiedade de desempenho já não sabemos onde começou um e começou o outro, sendo muitas vezes importante o apoio de um profissional.

Quando assim é, saiba que um Psicólogo Clínico o pode ajudar a conquistar uma maior flexibilidade, controlo e segurança em si.


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Ansiedade de desempenho

A ansiedade pode expressar-se de diferentes formas, entre elas através da ansiedade de desempenho.

Associada a esta expressão de ansiedade está frequentemente o perfeccionismo. O padrão elevado e, muitas vezes inatingível, de auto-exigência.

Quando nos focamos nestes padrões tendemos a permanecer insatisfeitos com o que alcançamos. Tudo nos parece pouco ou, quanto muito, satisfaz-nos por pouco tempo.

Gradualmente, estes padrões vão descartando a possibilidade de apreciar as pequenas ou grandes conquistas e de estabelecer novas metas, desafiantes mas realistas.

Assim, é natural que a ansiedade face a situações de desempenho seja sentida, mantendo inseguranças e auto-críticas rígidas.

A ansiedade de desempenho pode ser entendida como uma experiência que sinaliza a lacuna de alguns alimentos psicológicos vitais.

É então possível complementar o seu prato com doses mais equilibradas de alimentos como a auto-eficácia, a flexibilidade, a auto-crítica construtiva e o tempo para si.

Se necessitar de ajuda para equilibrar a sua “refeição”, um Psicólogo Clínico pode acompanhá-lo neste processo.


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Ansiedade generalizada

A ansiedade generalizada pode ser considerada uma manifestação de desnutrição psicológica.

Isto significa, de acordo com a roda dos alimentos psicológica, que há um conjunto de alimentos que podem estar em falta no seu “prato”.

A falta destes alimentos, ou a sua presença em quantidades não adequadas às suas necessidades, estão de algum modo a facilitar preocupações e ansiedade constantes, desproporcionais e generalizadas sobre a sua vida.

Associada a estas preocupações e ansiedade está a percepção de ausência de controlo sobre os pensamentos e sentimentos que lhes dão conteúdo e forma.

Naturalmente que perante a aceleração do seu pensamento e dos sentimentos e emoções sentidos como arrebatadores, começa a sentir-se desgastado física e psicologicamente.

Pode sentir-se irritado, impaciente, tenso e com dificuldades em descansar.

Se a ansiedade se tornar generalizada e frequente, dificultando-lhe a experiência de viver na sua capacidade de estar neste momento, um Psicólogo Clínico pode ajudá-lo.

 


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Pânico

Da ansiedade, enquanto desnutrição psicológica, podem surgir algumas variantes. Uma destas variantes é a experiência de pânico.

O pânico é uma experiência relativamente curta e abrupta de medo intenso. Esta é caracterizada pela presença de sensações corporais como, entre outras, a aceleração do ritmo cardíaco, a sensação de falta de ar, de tonturas e náuseas. 

A intensidade destas sensações pode assim conduzir à percepção de perda de controlo, sendo esta sentida pelo próprio como uma experiência ameaçadora da sua segurança.

Muitas vezes, o intenso desconforto físico potencia a interpretação deste como sinal de doença ou morte iminente. 

Quando assim é, o significado atribuído às sensações corporais intensifica a ansiedade, levando à vigilância destas sensações e à preocupação face a eventuais futuras experiências de pânico.

Esta antecipação pode então resultar no evitamento de locais nos quais seja difícil obter ajuda ou “fugir” em caso de repetição da experiência ameaçadora.

Porção a porção, o evitamento dá lugar à preferência por locais familiares e percebidos como seguros, restringindo os movimentos e a vida do próprio.

O pânico pode assim tornar-se uma experiência psicológica extremamente desconfortável e incapacitante. Saiba que um Psicólogo Clínico pode ajudá-lo a compreender esta experiência e a lidar com a mesma.


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Ansiedade

Conhecida a importância de alguns alimentos psicológicos fundamentais, faz sentido pensar que a sua carência em quantidade ou qualidade pode contribuir para a ocorrência de “desnutrições” psicológicas.

A ansiedade, quando intensa e prolongada no tempo, pode ser considerada uma desnutrição psicológica, sendo uma das desnutrições mais frequentes. 

A ansiedade manifesta-se através de diferentes sinais corporais, sentimentos, pensamentos e comportamentos.

Em situações de ansiedade podemos sentir o coração bater mais depressa, talvez com uma dor no peito, respirando como se nos faltasse o ar. Talvez possamos experienciar alguns tremores ou tonturas e mais tarde alguma tensão muscular ou dores de cabeça.

Entre outros, estes podem ser sinais corporais da ansiedade associados à apreensão que sentimos quando interpretamos ou antecipamos a presença de uma potencial futura ameaça.

Esta apreensão relaciona-se com os pensamentos e imagens de catástrofe ou incapacidade que construímos sobre a situação.

Todas estas manifestações podem derivar e alimentar a percepção de que não temos controlo.

Assim, é possível que comecemos a comportar-nos como se quiséssemos tomar o controlo, por exemplo preocupando-nos ou planeando excessivamente ou ainda evitando determinadas situações interpretadas como perigosas.

Contudo, nem sempre as estratégias utilizadas para lidar com a ansiedade são aquelas que mais contribuem para a sua regulação.

Se a sua ansiedade for frequente, prolongada e intensa ou sentir dificuldade em lidar com a sua experiência, a Psicologia Clínica pode ajudá-lo a nutrir-se.